quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Pobre Calumbi... Coitado do nosso povo!

Calumbi está no fundo do abismo
Só não ver quem se nega a enxergar
E de certas pessoas o cinismo 
Nestes versos eu quero publicar
Pra que mude este quadro à Deus eu rogo
E tem gente que ainda solta fogos
Sem as mesmas o prefeito lhes pagar

Muitos deles com os salários atrasados
Cuja mágoa contida está no peito
Pelas ruas gritavam exaltados
E fingindo que estavam satisfeitos
Mas no íntimo era outra a realidade
E aqueles que gritavam na verdade
Se pudessem esganavam o prefeito

Vão fingindo que do mesmo são amigos
Essa tipo eu conheço por inteiro
Do prefeito são grandes inimigos
E do mesmo só querem seu dinheiro
É o bastante esperar que vamos ver
Pois tão logo saia o mesmo do poder
Eles próprios o irão chamar de caloteiro

Calumbi eu conheço muito bem
A certeza do que falo está comigo
Confiar em certa gente não convém
Paga caro quem confia em inimigo
É assim que acontece nesta terra
Ao que perde o poder declaram guerra
Satisfeitos a zombar ficam consigo

Que assim acontece este é um fato
Todo mundo está cansado de saber
Se em Calumbi vira prefeito um candidato
Muitos migram para o lado do poder
Para aquele que perdeu viram as costas
Só o desprezo lhe dão como resposta
Dessa forma sempre vi acontecer

E das tetas da nossa prefeitura
Todo o leite começam a sugar
Cada um seu bem estar é o que procura
E por quatro longos anos vão mamar
Se o prefeito então for reeleito
Nada mesmo os faz largar o peito
Até nova disputa então chegar

São espertos e malandros em excesso
Não aceitam ficar fora do poder
E agora fazem tudo ao inverso
Só que a mim não conseguem convencer
Vão fingindo ser amigos do prefeito
Quando o mesmo cair acham um jeito
De mudarem pra o lado que vencer

Grande parte daqueles que gritaram
Pelas ruas exaltando o prefeito
São os mesmo que a bem pouco o criticaram
Só desprezo pelo qual tinham no peito
Foram ontem seus grandes detratores
Quem lhe deu só espinhos lhe da flores
E o que o mesmo fizer acham perfeito

Deixe os dias se passarem e verão
Que a verdade eu estou a descrever
O traseiro do prefeito chutarão
Os que agora seus amigos querem ser
Mas do mesmo amanhã serão rivais
Os conheço de outros carnavais
Com os ex-prefeitos é o que vi acontecer

Nesta terra poucos tem fidelidade
Pra ficarem do lado que perdeu
Logo após a campanha na verdade
Muitos migram para o lado que venceu
Só os fatos estou a descrever
De quem perde não querem nem saber
Só enxergam a quem se elegeu

E em cima do muro os que ficaram
Aguardavam os acontecimentos
Em momento nenhum se declararam
Do que digo só alguns estão isentos 
Feito ratos num canto acovardados
Esperavam da eleição o resultado
De tirarem sua máscara era o momento

Aquele que é bajulado
Do bajulador não gosta
Já aquele que bajula
Aceita qualquer proposta
O homem que tem vergonha
Duvido que se proponha
Carregar outro nas costas.

"Aquele que hoje te puxa o saco, amanhã puxará o teu tapete."