Chego a ficar abismado
E quase não posso crer
Nas grandes futilidades
Que aqui vejo acontecer
Em alguém tanta arrogância
Fingindo tanta importância
Quando sabe nada ser
Não devo denominá-las
Mas bem que eu gostaria
Se não trouxesse problemas
Eu não me recusaria
De falar tudo o que penso
E os seus nomes por extenso
Com muito prazer diria
Pessoas que nada foram
Pessoas que nada são
Que ostentam tanto orgulho
Representando o pavão
E quando as vejo passar
Fico a lhes observar
Mal tocam seus pés no chão
Que falta de formação
Em tanta gente daqui
Que de fato não é nada
Isso eu volto a repetir
Que não aceita a verdade
Foge da realidade
Acha mais prático fingir
Pessoas que foram simples
E a todos cumprimentavam
E de modo tão humilde
Pelas ruas caminhavam
Quando viam quando iam
Mas decerto eu não sabia
Que apenas representavam
Mas diz um velho ditado
Que concordo plenamente
Que a gente ver as pessoas
Mas não sabe realmente
Que aparentam só bondade
Porém na realidade
São péssimas intimamente
Pessoas que nada eram
E agora pensam que são
Nada significavam
Sempre viveram no chão
Mas de uns tempos para cá
No chão negam-se a pisar
Por falta de formação
Mas tudo na vida passa
Tanto o bom quanto o ruim
E aqueles que se julgam
Fingindo importância a mim
O orgulho é coisa vã
Espero que amanhã
Tudo isso tenha fim.
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